Sem categoria

Obras no canal, Paripe. Fonte: AHMS/FGM.

pms_pasta.878.f.15317 - Paripe

Leia mais

Na Praça Castro Alves de 1930, o Palace Hotel, o Hotel Meridional, o Jornal A Tarde e o Cine Guarany.

 

Praça Castro Alves Palace Hotel, Hotel Meridional, Jornal A Tarde, O Guarany. FGM 1930

Fonte: AHMS/FGM.

Leia mais

No Farol da Barra, marco comemorativo da Avenida Oceânica, início do século XX.

Farol da Barra coluna comemorativa sinalizando início da av oceânica. XX. Teixeira, Cid, Salvador história visual Correio da Bahia 2001

Leia mais

Linda ilustração da Gamboa, publicada em 1869.

Pgamboa bisublicada em 1869 no Harper´s New Monthly Magazine, em New York.

Leia mais

Alagados. Foto de Zélia Gattai.

Alagados Zélia Gattai

Leia mais

A primeira Faculdade de Medicina do Brasil, Terreiro de Jesus.

Faculdade Medicina Pelô

Leia mais

Avenida Estados Unidos, no Comércio.

A praça do antigo Cais do Ouro hoje Pça Deodoro) de uma tomada feita do que seria hoje a Avenida Estados Unidos. BHE

Fonte: Bahia, História e Encantos. Data não identificada.

Leia mais

Teste de categoria

Post patrocinado

 

 

 

 Planta da Cidade MuradaJá tinha imaginado Salvador cercada por uma muralha? (Postagem 5/10)

  • Série Especial: ASSIM NASCEU SALVADOR.
  • Ilustração: Planta da Cidade do Salvador da Bahia de Todos os Santos, século XVII.
  • Fonte: “Evolução Física de Salvador”, Fundação Gregório de Mattos, 1998.
  • Pesquisa: Amo a História de Salvador – By Louti Bahia.

Como dissemos nas postagens anteriores, o cuidado com a defesa contra ataques de estrangeiros e índios era um dos pontos fundamentais na construção de Salvador. Após a escolha do terreno, o Governador Tomé de Souza ordenou ao Mestre Luis Dias a construção de muralhas bem fortificadas e feitas de pau-a-pique, o melhor material disponível naquele momento. Depois de erguidas, as muralhas foram armadas com a artilharia trazida de Portugal.

Só se podia entrar em Salvador através de duas grandes portas. No lado sul, a Porta de Santa Luzia, localizada onde hoje existe a Praça Castro Alves e o São Bento. No lado norte, a Porta de Santa Catarina, onde hoje existe o Carmo. Além de fortificadas, as muralhas foram erguidas com base numa moderna forma construtiva desenvolvida na Itália (Traçado Italiano) utilizando baluartes ou fortificações em formato de estrela. Alguns relatos históricos afirmam a existência de dois baluartes voltados para o mar e outros quatro voltados para os lados da terra.

 

Cidade alta e baixa


Por que a cidade começou a ser construída na parte alta?

Postagem 4/10

  • Série Especial: ASSIM NASCEU SALVADOR.
  • Foto: Frontispício de Salvador, 1908.
  • Fonte: Arquivo Histórico Municipal de Salvador/FGM.
  • Pesquisa: Amo a História de Salvador – By Louti Bahia.

 

Salvador foi a primeira cidade planejada do Brasil. As chamadas “traças e amostras”, desenhos originais da cidade, vieram de Portugal sob os cuidados do Mestre das Obras Luis Dias. Além destes documentos, o regimento do rei estabelecia alguns critérios e continha uma determinação: a escolha de um terreno frontal à Baía de Todos os Santos, com “termo e limite de 6 léguas para cada parte”. Era clara a intenção de fazer a cidade crescer.

O regimento também estabeleceu critérios relativos à segurança contra ataques por terra e mar, facilidades portuárias, requisitos higiênicos (abundância de água, iluminação, ventilação, alimentos, etc) e facilidade de comunicação por via aquática, a única maneira de se dirigir a Portugal.

Coube a Tomé de Souza e Luís Dias a decisão do local onde a cidade foi erguida. Por isso o terreno foi escolhido na parte alta, sobre uma escarpa com cerca de 60 metros de altura acima do nível do mar que resolvia bem a defesa no lado oeste. No lado leste, o Vale do Ribeiro, atualmente a Baixa dos Sapateiros, também funcionava como elemento de defesa, especialmente contra ataques indígenas. Ao norte e sul, dois acidentes topográficos nas regiões onde hoje existem o Taboão e a Barroquinha formavam “gargantas” que também garantiam maior segurança.

Todos os critérios estabelecidos pelo rei foram levados em conta mas o terreno escolhido tinha evidentes vantagens no quesito segurança quando comparado às demais opções. E assim, Salvador começou a ser construída na parte alta.

 

Península de Itapagipe.

Por que a cidade não foi construída em Itapagipe?

Postagem 3/10

  • Série Especial: ASSIM NASCEU SALVADOR.
  • Foto: Península de Itapagipe. Data não identificada.
  • Fonte: Arquivo Histórico Municipal de Salvador/FGM.
  • Pesquisa: Amo a História de Salvador – By Louti Bahia.

 

O sítio de Itapagipe chegou a ser seriamente avaliado pelo Governador Geral, Tomé de Souza, e pelo Mestre das Obras, Luis Dias, como um dos possíveis locais para a construção de Salvador. A região era de grande beleza natural, possuía um clima ameno e boas condições de navegação.

Até mesmo o aspecto de defesa, a princípio, foi avaliado de forma favorável em alguns pareceres que depois foram vencidos e o local acabou sendo considerado vulnerável às invasões estrangeiras.

Veja mais fotos de Salvador no facebook: Amo a História de Salvador – By Louti Bahia

Por que a cidade não foi construída no Porto da Barra?

Postagem 2/10

· Série Especial: ASSIM NASCEU SALVADOR.
· Foto: O Porto da Barra. Data não identificada.
· Fonte: Arquivo Histórico Municipal de Salvador/FGM.
· Pesquisa: Amo a História de Salvador – By Louti Bahia.

2Onde hoje existe o Porto da Barra, no início da Ladeira da Barra, em 1549 existia o Arraial ou Vila do Pereira, um pequeno povoado criado pelo donatário da Capitania da Baía de Todos os Santos, Francisco Pereira Coutinho.

Sua história está intimamente ligada à de um outro personagem: Diogo Álvares Correia, o Caramuru. Quando Francisco Pereira chegou, em 1536, já encontrou Caramuru vivendo pacificamente com os índios na área compreendida, hoje, entre o Farol e o Porto da Barra. Ele mantinha relações matrimoniais com várias índias, como era de costume na tribo, e teve 10 filhos com elas.

Francisco Pereira Coutinho não conseguiu fazer a capitania prosperar e ainda teve um fim trágico: foi devorado pelos índios tupinambás. Com a morte do donatário, Caramuru continuou cuidando da povoação junto com sua gente.

Quando Tomé de Souza desembarcou, este era o cenário. Não seria natural erguer a cidade-fortaleza onde já existia a vila? Diante das exigências de segurança impostas pelo rei, esta possibilidade foi imediatamente descartada. A Vila do Pereira, agora rebatizada como Vila Velha, ficava muito próxima ao mar e isso facilitaria invasões estrangeiras. Tomé de Souza ordenou que sua armada partisse para o outro lado da cidade onde encontraria, pouco depois, o local que escolheria para construir Salvador.

Veja mais fotos de Salvador no facebook: Amo a História de Salvador – By Louti Bahia

 

A história de Salvador: você sabe como tudo começou?

Postagem 1/10

·         Série Especial: ASSIM NASCEU SALVADOR.
·         Foto: Salvador vista da Baía de Todos os Santos. Data não identificada.
·         Fonte: Arquivo Histórico Municipal de Salvador/FGM.
·         Pesquisa: Amo a História de Salvador – By Louti Bahia.

fotoAssimNasceuSalvadorDepois de terem sido “descobertas” por Portugal em 22 de abril de 1500, as terras brasileiras foram divididas em capitanias hereditárias e doadas a famílias que deveriam fazer a colônia prosperar. Porém, em 1548, D. João III, rei de Portugal, percebendo a deficiência do sistema das donatárias e o perigo das terras serem invadidas por estrangeiros, decretou o fim das capitanias e ordenou a criação de um governo-geral para unificar a colônia, centralizar as decisões políticas, administrativas e econômicas, além de estruturar sua defesa, começando pela construção de uma cidade fortificada.

Em 1549, Tomé de Souza partiu de Lisboa comandando uma armada com três naus (Salvador, Conceição e Ajuda), duas caravelas e um bergantim (tipo de embarcação movida à vela e a remo). Em 29 de março, desembarcaram onde hoje existe o Porto da Barra mas só existia a Vila do Pereira, nome em alusão ao donatário da capitania local, Francisco Pereira Coutinho.

Tomé de Souza, o Primeiro Governador Geral do Brasil, trouxe cerca de mil pessoas para a grande empreitada de construir Salvador. Dentre elas o jesuíta Padre Manoel da Nóbrega e o Mestre das Obras Luís Dias, o arquiteto responsável pelo projeto e execução das obras. Além deles, aqui desembarcaram inúmeros artífices como pedreiros, carpinteiros, telheiros, oleiros, ferreiros, dentre outros. E também desembarcaram outros profissionais para garantir o mínimo de conforto ao grupo: relojoeiros, barbeiros, vaqueiros, carvoeiros, um físico, um cirurgião e muitos outros.

Assim começou a construção de Salvador. Acompanhe a série “Assim nasceu Salvador” aqui em nossa página e conheça, a cada dia, um pouco mais da rica história da nossa cidade.

Veja mais fotos de Salvador no facebook: Amo a História de Salvador – By Louti Bahia

 

 

 

 

Leia mais